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Volume 7 / Julho – Setembro 2008

Revista SPR 2008

As artrites crônicas da infância têm sido agrupadas sob a mesma denominação. Em 1977, os americanos adotaram o termo “artrite reumatóide juvenil (ARJ)” enquanto os europeus utilizavam “artrite crônica juvenil (ACJ)”. No entanto, atualmente, essas denominações estão em desuso. A artrite crônica é a característica mais comum dessas desordens e o termo “Artrite Idiopática Juvenil (AIJ)” tem sido preferido pela maioria dos autores. Este diagnóstico pode ser feito em pacientes que apresentam artrite antes dos 16 anos de idade e por, pelo menos, 6 semanas, com exclusão de outras causas de artrite crônica. A incidência varia de 2 a 20 casos por 100.000, e sua prevalência de 16 a 150 por 100.000 em países da Europa e Estados Unidos. Até o momento, não dispomos de estudos epidemiológicos em nosso meio. As classificações utilizadas por americanos para a ARJ e por europeus para a ACJ deram lugar à nova classificação proposta pelo Comitê Pediátrico da Liga Internacional de Associações para Reumatologia (ILAR) (Quadro 1), que tenta agrupar todas as formas de artrite crônica. Entretanto, nenhuma é perfeita. Alguns pacientes podem preencher critérios para mais de um subtipo da nova classificação, enquanto outros não se encaixam em nenhum dos subtipos. Por outro lado, há dificuldade em se caracterizar as espondiloartropatias, como a espondilite anquilosante e a artrite psoriásica, na criança e no adolescente, uma vez que, em geral, o quadro é insidioso e pouco característico nos primeiros anos da doença.

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