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Volume 8 / Julho – Setembro 2009

Revista SPR 2009

Recentemente, a ultrassonografia do sistema musculoesquelético vem sendo utilizada com maior frequência na propedêutica e acompanhamento de pacientes reumatológicos com artropatias inflamatórias, principalmente artrite reumatóide e espondiloartrites. Isso porque, avanços tecnológicos, como o aumento da frequência dos transdutores (> 10 MHz), presença de Power/Color Doppler (cujo valor prático é a detecção do aumento de perfusão tecidual) e programas de quantificação de efeito Doppler com composição de imagens, propiciaram acentuada melhora na qualidade e definição das imagens(1, 2, 3, 4, 5). Atualmente, já é possível a visualização de detalhes e estruturas com menos de 1 mm, o que facilita o diagnóstico precoce, a quantificação e a análise da evolução das sinovites, erosões e danos articulares durante o curso das artropatias inflamatórias (Figura 1). A ultrassonografia articular é comprovadamente mais sensível que o exame físico para detectar sinovites, bem como mais do que a radiografia convencional para evidenciar erosões. É comparável à ressonância magnética (padrão ouro). Logo, tem utilidade marcante no diagnóstico precoce das artropatias inflamatórias, assim como na caracterização de doença erosiva.

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