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Volume 7 / Janeiro – Março 2008

Revista SPR 2008

A mensuração da qualidade de vida (QV) é um tema amplamente discutido na literatura e tem aplicabilidade em várias situações práticas, como a avaliação das percepções de saúde pelo paciente e o impacto da doença nas dimensões física (incapacidade e deterioração), psicológica e social. A avaliação é realizada por meio da administração de questionários (instrumentos), aplicados às populações diversas, em situações que vão desde a saúde até as doenças agudas e crônicas. A infância caracteriza-se por ganhos lentos e progressivos da capacidade física e mental. Segundo Myers, “o desenvolvimento da criança é um processo de mudança no qual ela aprende a lidar com níveis mais complexos de movimentos, pensamentos, sentimentos e de relacionamento com os outros”. Brazelton destacou o papel das três forças envolvidas nesse processo: a maturação do sistema nervoso central, o sistema de feedback interno e o externo. Entende-se por feedback interno as características genéticas individuais de cada criança e por feedback externo aquilo que é oferecido pelos pais ou cuidadores, pelo meio ambiente e por outros fatores, com destaque para a escola e para a sociedade. Um instrumento ideal de mensuração da QV de crianças e adolescentes deve abordar todos esses aspectos, de acordo com a fase de desenvolvimento.

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