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Volume 11 / Janeiro – Março 2012

Revista SPR 2012

A artrite reumatoide (AR) não só causa significativa morbidade individual, como também leva a perdas substanciais (por faltas) e também em termos de produtividade no trabalho e no emprego, o que causa impacto negativo sobre o indivíduo e a sociedade. Em países como Canadá, Estados Unidos e no Reino Unido, é sabido que os custos para a economia em termos de ausências por doença e incapacidade para o trabalho chega a atingir bilhões de dólares(1) . No entanto, calcular o número preciso dessas perdas não é fácil. A maioria dos estudos relacionados com a saúde ocupacional utiliza a abordagem do “capital humano”, que trata seres humanos como ativos lucrativos. Por meio desse método, a perda de produtividade de um operário é calculada multiplicando-se horas perdidas pela taxa de salário por hora. O método sofre críticas por sua ênfase no ARTIGOS ORIGINAIS/REVISÕES/DESCRIÇÃO DE CASOS CLÍNICOS poder aquisitivo do fator educativo, que discrimina os trabalhadores de baixa renda e de baixa escolaridade. Gary S. Becker, professor de Economia e Sociologia na Universidade de Chicago, foi o pioneiro no estudo da abordagem baseada no capital humano. Ganhou em 1992 o Prêmio Nobel em economia por ter estendido o domínio da teoria econômica para aspectos do comportamento humano previamente tratado em outras disciplinas das ciências sociais, como demografia, sociologia e até em criminologia(2) .

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