post-title portfolio-title Suplemento 1º – 2011 2017-12-19 15:20:44 no no

Suplemento 1º – 2011

Revista SPR 2011

A osteoporose, como doença sistêmica, é caracterizada pela diminuição da massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, com consequente aumento da fragilidade do esqueleto e maior susceptibilidade à fratura por pequenos traumas(1) . Mais recentemente, recomenda-se a inclusão de outros determinantes esqueléticos para o maior risco de fratura, como aspectos qualitativos (geometria, resistência, remodelação, acúmulo de microdanos, mineralização), enfatizando, assim, o conceito de força óssea na definição da doença. É importante ressaltar que fatores extraesqueléticos, como quedas (energia do impacto, tipo de trauma, entre outros), também devem ser considerados na avaliação da população de risco. Tradicionalmente, é reconhecida como doença multifatorial, na qual aproximadamente 70% dependem de fatores genéticos e 30%, de fatores ambientais. Portanto, um único fator de risco não é capaz de identificar indivíduos com ou sem fratura. Diferenças genéticas, raciais e antropométricas, bem como da composição corporal, densidade óssea, dieta, atividade física e outros hábitos de vida contribuem para explicar as divergências na prevalência de baixa densidade óssea e fratura em diversos países do mundo.

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